Missão Visita de Restauração

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No dia 14/10/2018 dando continuidade nas festividades da Padroeira e trabalhando sobre o tema da novena: “Em Jesus, Com Maria, Restauramos a Vida!”, a paróquia Nossa Senhora Aparecida visitou os lares de alguns paroquianos e o Hospital Juscelino Kubitschek, realizando a Visita de Restauração, onde levamos palavras de esperança e confiança em Jesus.

Mariana Cassiano, integrante do Gotas de Misericórdia e do JUNA, escreveu um depoimento sobre o seu sentimento de ser missionário.

“O tal do ser missionário.
Quando falam que ser missionário é algo fácil, eu logo discordo. Também discordo quando dizem que é algo difícil. Para mim, é algo no meio termo, nem lá nem cá, em cima do muro, ou melhor, em cima de uma linha traçada no chão.
Não se acorda missionário de um dia para o outro, mas também não é necessária uma trajetória teórica imensa para assim ser chamado. Quando aceitamos para nós que a missão já faz parte da nossa vida, ser missionário já sai assim… por osmose.
Mas apenas usar as palavras “Igreja” “em” “saída” na mesma frase não te tornam um missionário. Para assim o ser, você precisa SER “Igreja em saída”. Ao levar a palavra de Deus em peregrinação, não escondemos nossas caras, as vezes bonitas e as vezes não tão bonitas assim; ao sair COM Cristo é o nosso rosto que mostramos, nossa santa cara de pau já dizia nosso querido Papa Francisco. E é nesse ponto que gostaria de chegar.
O espaço loooongo entre o ser Igreja em saída e o estar Igreja em saída é respondido já, de imediato, pela simples diferença entre SER e ESTAR. Quando “estamos na situação de” nos referimos a algo momentâneo e quem é missionário sabe muito bem que quando a paixão pela missão invade o DNA não existe um fim, tão pouco uma pausa, por mais rápida que seja.
O missionário É Igreja em saída. Ele respira o ar de fazer uma grande missão de onde estiver e como ele estiver. Inventam roteiros, rotas em frações de minutos. Lembram de portfólios que podem ajudar na hora de sair no porta em porta (LEMBRE-SE de nunca jogarem fora os seus roteirinhos, ele salvam vidas). Missionário sai as ruas por amor e a quem encontra sabe que tem o dever de oferecer um carinho, uma conversa ou simplesmente um sorriso.
Contudo, missionário de verdade mesmo é aquele que deixa legado. É o que não guarda a missão para si, mas divide com felicidade e entusiasmo o espírito missionário que carrega dentro de si.
Missionário entende que o mundo só vai dar certo quando a empatia reinar. E a empatia só vai reinar quando o mundo for uma grande missão.
Porque ser Missionário da Restauração é isso:
É ser missão no outro.
É ser missão pelo outro.
É ser missão com o outro.
É ser.
E assim SER Igreja para o outro.”

Mariana Cassiano

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